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A quem pertence sua consciência?
Há decisões que recebem aplausos. Outras precisam ser sustentadas em silêncio.

O despertar da consciência
A República nos prende num ciclo de promessas e salvadores — direita contra esquerda, um ídolo após o outro. O Brasil não precisa de mais um messias. Precisa de filhos livres e conscientes da própria terra.
Consciência e escolhas

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Há decisões que recebem aplausos. Outras precisam ser sustentadas em silêncio.

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Uma ordem pode carregar um selo e o peso de uma instituição. Ainda assim, alguém responderá pelo que vier depois.

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Mais difícil que a coragem nos grandes eventos é a do instante em que defender alguém custa sua posição.

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O que essa pessoa conseguiu preservar de si? E quem pôde continuar livre porque ela decidiu agir?
A tradição tupi-cristã

O território não é mercadoria nem bandeira partidária: é herança a ser guardada.
Os povos da floresta e dos rios são guardiões, não obstáculos.
Como a Capitã Vitória Regina: força que nasce da consciência, não de amarras ideológicas.
Uma nação que planeja gerações, não o próximo mandato.


Cronologia da saga Verde Louro
Antes da Terra, já existiam vida, civilizações e conflitos no universo. O livro zero abre as portas de Anphry e de uma história ancestral cujas marcas permanecem na humanidade.
Em O Forte entre as Oliveiras, essa memória atravessa o Brasil colonial. Entre Áurea Moraes, Guairacá e Catalina de Luna, encontros e disputas aproximam povos e crenças. O padre Anchieta testemunha manifestações que conectam a espiritualidade tupi e cristã a uma realidade muito mais antiga.
Séculos depois, Lobo Guará acompanha a juventude de Matias e as escolhas que antecedem sua trajetória militar. No fim de 2029, O Prólogo da Selva apresenta Leônidas da Silva, Aura e o GPPN diante das ameaças à Amazônia. Sua sequência, Operação Alvorada Dourada, avança por janeiro de 2030, aprofundando os conflitos.
Em Operação Caaporã, a descoberta de um código oculto no DNA humano aponta para a existência de vida anterior à Terra. A humanidade pertence a uma linhagem ancestral cujo lugar no universo permanece um mistério. Rito de Passagem amplia essas conexões através de Tuane Guará, suas músicas, memórias e promessas.
De 2030 a 2050, o Brasil torna-se a última fronteira do mundo. Disputas territoriais, interesses políticos e forças ancestrais conduzem a saga até Eia Sus, Óh Sus!, o último livro.
Uma nação dividida entre Império e República também divide os povos indígenas entre os dois lados. Enquanto isso, os sonhos de Leônidas encontram expressão em uma batalha que risca os céus da Amazônia. Imagens que evocam os relatos bíblicos se encontram com deuses e monstros tupis, retomando os testemunhos ancestrais de O Forte entre as Oliveiras.
Em Verde Louro, o passado é contínuo. Aquilo que uma geração chama de sonho pode ser a memória de uma guerra que ainda não terminou.
A língua cósmica da saga
Criada por Cleber de Moraes, Anphry é a língua cósmica de Verde Louro, na interseção entre as crenças tupi e cristã da saga.
Curso do autor
Com Cleber de Moraes, no ChatGPT.
Nos reinos de Verde Louro





Quais deles conseguirão sobreviver aos julgamentos tupi-cristãos do povo de Anphry despertado?
Canal oficial no YouTube
Verde Louro | Cleber de Moraes
Uma saga de ficção que atravessa séculos da história brasileira, acompanha o encontro entre tradições tupi-guarani e cristãs e revela os conflitos de um país dividido entre Império, República e forças ancestrais.
Explore os livros e escolha por onde começar.
Prefeitura de Macaé · ReportagemTrilogia Verde Louro é celebrada no Café Literário do Solar dos MellosCronologia da saga

Volume I
1550. As origens fundacionais da terra, o encontro ancestral entre o chão indígena, a fé e os primeiros artefatos que guardam os segredos do Brasil.

Volume II
A formação do caráter e da coragem dos defensores do país, forjada entre os desafios da terra e a vocação de proteger a vida.
5,0 na Amazon

Volume III
2030. Em meio à cobiça internacional pelos recursos da Amazônia, Leônidas da Silva, a onça Aura e o GPPN enfrentam forças geopolíticas e segredos ancestrais.
5,0 na Amazon e UICLAP
Volume IV
Abril de 2030. O Rio de Janeiro sitiado por mutações biológicas. A geneticista Aurora, Matias e defensores improváveis lutam contra o relógio pela cura na Ilha do Fundão.

Volume V
2018. Tuane Guará e a banda Sangue Tupi em Leipzig, Alemanha, fazendo o chamado que ecoa a iminência do despertar divino e ancestral tupi.
4,5 na Amazon
O autor e sua trajetória

Cleber de Moraes é cristão e monarquista, escritor, compositor, empresário e criador da saga Verde Louro. Natural de Macaé, no Rio de Janeiro, e descendente de família portuguesa da Ilha da Madeira, desenvolve um universo literário que aproxima ancestralidade, identidade brasileira e reflexões sobre o futuro.
Em suas histórias, a Amazônia reúne povos, memórias, disputas e forças ancestrais. Personagens como Leônidas da Silva, Matias e Tuane Guará atravessam conflitos humanos e sobrenaturais, enquanto enfrentam as consequências de suas escolhas.
A saga combina ficção especulativa, ação, mitologia tupi-guarani e a cosmologia de Anphry, criada pelo autor. Músicas originais, ilustrações e experiências audiovisuais ampliam o contato do leitor com esse universo.
Entre suas obras estão O Prólogo da Selva, Lobo Guará, Rito de Passagem e O Forte entre as Oliveiras. Cleber também é autor de Velocidade de Cruzeiro, voltado à comunicação e ao desenvolvimento profissional.
Conheça os livrosFonte institucional · Academia Macaense de Letras
A trajetória de Cleber de Moraes inclui seu ingresso como imortal na Academia Macaense de Letras, vinculado à cadeira 40, cujo patrono é Washington Luiz.
Sua atuação na instituição também envolveu o desenvolvimento do portal digital da AML e de ferramentas para aproximar o público da história literária de Macaé.
Entre essas iniciativas está o assistente Tonito, inspirado no fundador Antônio Alvarez Parada e desenvolvido a partir de pesquisa em acervos históricos.
Conheça a biografia na AMLPublicações e fontes
Cobertura jornalística · Assessoria da AML
Portal Cidades RJ |
A publicação destaca a atuação de Cleber de Moraes na modernização da Academia Macaense de Letras e apresenta sua trajetória como escritor, empresário, compositor e criador da saga Verde Louro.
O texto aborda sua contribuição à identidade visual, à presença digital e à preservação da memória cultural da instituição.
Créditos informados na publicação: Assessoria da AML; redação de Alexandre Bordalo; edição de Lourdes Acosta.
Ler a matériaReportagem institucional
Prefeitura de Macaé |
Em reportagem assinada por Juliana Carvalho, a Prefeitura de Macaé registrou o lançamento da trilogia Verde Louro no Solar dos Mellos.
O encontro abriu espaço para uma conversa sobre a trajetória do autor, suas motivações e o processo de construção de uma série que reúne ficção e elementos da cultura brasileira.
A matéria destaca a presença da Amazônia, da mitologia e dos conflitos geopolíticos nas histórias.
Reportagem: Juliana Carvalho.
Ler a reportagemCobertura jornalística
Portal Cidades RJ |
A matéria apresenta o portal digital da Academia Macaense de Letras e destaca a pesquisa de Cleber de Moraes em acervos históricos para o desenvolvimento do assistente Tonito.
A iniciativa aproxima literatura, tecnologia e preservação cultural, oferecendo ao público novas formas de conhecer a história da instituição e de seus escritores.
Publicação assinada por Lourdes Acosta.
Conhecer a iniciativaEntre na história
Das raízes ancestrais aos conflitos de um Brasil imaginado, cada livro revela novos personagens, vínculos e segredos.
Escolha uma história e descubra suas primeiras páginas.